Planeje A Decoração Do Teu Novo Apartamento

27 Nov 2018 09:23
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<h1>Homem &quot;pira&quot; Depois de Receber PlayStation quatro Da Namorada</h1>

<p>Pela apresenta&ccedil;&atilde;o a respeito Dries van Noten no Mus&eacute;e des Arts D&eacute;coratifs de Paris h&aacute; um filme que re&uacute;ne sequ&ecirc;ncias de vinte anos de seus desfiles —um &quot;supercut&quot;, no jarg&atilde;o online. Em uma visita &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o algum tempo atr&aacute;s, Van Noten indicava com acenos de cabe&ccedil;a teu reconhecimento de momentos inesquec&iacute;veis: modelos masculinos pedalando bicicletas, mulheres caminhando por a respeito de uma imensa mesa de jantar. Mas o que mais se destacava eram as fantasmag&oacute;ricas luzes brancas iluminando os rostos de pessoas da audi&ecirc;ncia em alguns de seus desfiles mais recentes —os smartphones dos espectadores, apontou o estilista.</p>

<p>Os fot&oacute;grafos profissionais posicionados nos tablados com vis&atilde;o ampla da passarela neste momento representam s&oacute; uma fra&ccedil;&atilde;o das pessoas que disputam furiosamente o justo de documentar cada roupa, acess&oacute;rio e pe&ccedil;a do contexto. Quase todos os espectadores dos desfiles, da primeira fila aos que assistem em p&eacute; l&aacute; no fundo, imediatamente chegam com seus celulares nas m&atilde;os e teu aplicativo do Instagram aberto.</p>

<p>Essa &eacute; a moda na era do Instagram, um momento inspirador no qual a m&iacute;dia digital est&aacute; mudando a forma na qual as roupas s&atilde;o apresentadas e mesmo a forma na qual s&atilde;o desenhadas. Inquestionavelmente, o advento da m&iacute;dia digital alterou a os regulamentos da moda, diz o estilista Alexander Wang. A m&iacute;dia digital bem como mudou a maneira na qual a moda &eacute; reportada, consumida e compartilhada. As publica&ccedil;&otilde;es e web sites especializados que no passado eram os autom&oacute;veis respeit&aacute;veis pra cobertura das cole&ccedil;&otilde;es tiveram teu territ&oacute;rio invadido por operadores individuais. Eva Chen, editora-chefe da &quot;Lucky&quot;. Keith Baptista, s&oacute;cio diretor da Prodject, ag&ecirc;ncia de forma&ccedil;&atilde;o que produz desfiles pra fregu&ecirc;ses como Wang, Giorgio Armani e Ralph Lauren. Construir uma experi&ecirc;ncia &uacute;nica —e por descri&ccedil;&atilde;o compartilh&aacute;vel— para os mal acostumados espectadores de desfiles tornou-se cota da miss&atilde;o obrigat&oacute;ria dos estilistas.</p>

<p>Os desfiles s&atilde;o concebidos pra deslumbrar n&atilde;o s&oacute; os presentes por&eacute;m os seus seguidores. Dez milh&otilde;es, e dura menos de dez minutos. Poucos desfiles podem concorrer com os da Chanel em termos de exageros teatrais. Todavia a companhia estabeleceu um modelo desafiador at&eacute; pra ela mesma, em fevereiro, ao erigir um vasto supermercado com prateleiras repletas de 100 1 mil produtos falsos, desenvolvidos na Chanel pro evento.</p>

<p>Pela se&ccedil;&atilde;o de carnes, por exemplo, os presuntos tinham o r&oacute;tulo &quot;Jambon Cambon&quot;, uma fonte ao nome da estrada na qual a Chanel mant&eacute;m seus escrit&oacute;rios e uma loja. Antes do desfile, os espectadores podiam passear pelos corredores, registrando selfies, antes que as modelos, empurrando carrinhos de supermercado pelas passarelas, os enchessem de produtos. O fervor foi tamanho que a cole&ccedil;&atilde;o mesma foi um pouco eclipsada. N&atilde;o s&atilde;o somente as grifes maiores que pensam enorme.</p>

<p>Wang obteve reputa&ccedil;&atilde;o como promotor de espet&aacute;culos que tratam com admira&ccedil;&atilde;o a m&iacute;dia social. Em fevereiro, seu desfile foi encerrado por modelos de apar&ecirc;ncia rob&oacute;tica girando sobre o assunto uma plataforma, no tempo em que ondas de ar aquecido mudavam a cor de seus trajes sens&iacute;veis &agrave; temperatura —um instante que parecia concebido essencialmente pro Instagram. A aten&ccedil;&atilde;o que a m&iacute;dia digital nesta ocasi&atilde;o recebe vai al&eacute;m da cenografia e da montagem de desfiles.</p>

<p>Ela tamb&eacute;m come&ccedil;ou a influenciar o desenho de muitas cole&ccedil;&otilde;es, dizem estilistas e cr&iacute;ticos. Tiziana Cardini, diretora de moda da La Rinascente, uma cadeia de lojas de departamentos de Mil&atilde;o e colaboradora da &quot;Vogue&quot; italiana, percebeu a modifica&ccedil;&atilde;o. Perguntada sobre o motivo pra esta finalidade, ela responde: &quot;Foi a Internet; ela claramente mudou a linguagem&quot;. Os jovens editores tamb&eacute;m foram condicionados a meditar em moda no plano chapado de uma tela digital. Ed Filipowski, presidente de rela&ccedil;&otilde;es com a m&iacute;dia da KCD. Ser&aacute; que foi essa tend&ecirc;ncia que Rei Kawakubo, a oracular guru da Comme des Gar&ccedil;ons, satirizou —ou celebrou? — com sua cole&ccedil;&atilde;o do outono de 2012, que consistia de roupas de feltro achatadas como roupas de bonecas de papel?</p>
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<p>As modifica&ccedil;&otilde;es causadas pela tela plana t&ecirc;m potenciais lados negativos. Inclusive at&eacute; quando v&aacute;rios estilistas tenham mencionado a t&eacute;cnica dos usu&aacute;rios do Instagram pra capturar um modelo de muito mais &acirc;ngulos do que no passado, os detalhes mais intrincados do corte e constru&ccedil;&atilde;o desaparecem no momento em que capturados em apenas duas dimens&otilde;es. Ocasi&otilde;es que s&atilde;o capazes de ser inspiradoras ao vivo v&aacute;rias vezes n&atilde;o s&atilde;o tratadas com a devida justi&ccedil;a pela tela.</p>

<p>A cole&ccedil;&atilde;o de outono de Junya Watanabe, toda preta (uma cor notoriamente custoso de fotografar), era composta por pe&ccedil;as de muitos tecidos costurados juntos, formando um patchwork. Na tela, as nuan&ccedil;as diversas vezes n&atilde;o aparecem. A couture, que depende de servi&ccedil;o de detalhe, pode sofrer ainda mais. Raf Simons, da Dior, &agrave; revista &quot;Interview&quot;.</p>

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